sexta-feira, 23 de abril de 2010

Aniversário de Brasília

"Vivíamos naquela época como uma grande família, sem preconceitos e desigualdades. Uma vez inaugurada Brasília, vieram os homens do dinheiro, e tudo se modificou: a vaidade e o individualismo mais detestáveis se fizeram presentes"

Essas foram as palavras do arquiteto brasileiro mais famoso, segundo meu conhecimento, em uma entrevista para a Folha de São Paulo sobre os cinquentenário de Brasília. Vejam:
  
Folha - Brasília foi planejada para ser uma cidade mais igualitária, mas acabou se tornando uma das mais desiguais do Brasil. O sr., como um comunista histórico, fica desapontado quando vê esse tipo de evolução? 
Niemeyer - É claro que essa evolução me entristece. Brasília mudou bastante em relação àquele clima de união e solidariedade que reinava em seus tempos originais, quando da construção dos seus primeiros edifícios públicos. Vivíamos naquela época como uma grande família, sem preconceitos e desigualdades. Unia-nos um ambiente de confraternização proveniente de idênticos desconfortos. Uma vez inaugurada Brasília, vieram os homens do dinheiro, e tudo se modificou: a vaidade e o individualismo mais detestáveis se fizeram presentes. Nós mesmos terminamos por voltar, gradativamente, aos hábitos e preconceitos da burguesia que reprovávamos.

Oscar Niemeyer, considerado o pai da arquitetura moderna brasileira, com raízes comunistas, tinha um sonho. A arquitetura poderia trazer uma vida mais igualitária para uma cidade? Receio em dizer, meu caro, que a sede por lucro das pessoas é maior. Aliás, temo mais ainda em dizer que seu sonho não se concretizou nem mesmo quando pensou que sim.

Brasília, como todas as outras cidades, é uma filha do Brasil, que ,por sua vez , é filho do mundo. E o mundo é feito de gente. Como poderia ser diferente em sua construção? Infelizmente, tenho que discordar com você, Niemeyer.  Não posso afirmar com garantia, até mesmo que só poderia fazê-lo se tivesse vivido naquela época. E meus dezessete anos não cobrem esses cinquenta.  Entretanto, não preciso ir muito longe para encontrar fontes que relatam os abusos sofridos pelos trabalhadores da época. Uma grande família? Sem preconceitos e desigualdades? Quem considera como membro dessa família, Niemeyer? Creio que os funcionários da Belacap ou Novacap ficaram excluídos. Exclusão? Mas não era para ser igualitária? Não há meios de fugir deste contraste.

Para construir Brasília, dezenas de trabalhadores vieram de todo o país para o nada que era naquela época. Abandonando a família, para trabalhar dias a fio. Muitos morreram durante as obras. A empresa responsável encobria os fatos. É claro! Não iria
desiludir o país sonho que era a nova capital. Era o símbolo da esperança. Era o lugar prometido. Era cedo demais para desiludir. A Capital mal nascera e já tinha ali todos os defeitos do cidadão brasileiro.  Brasília foi construída em cima de um covil de injustiças. Nada mais adequado para a capital do país. O que veio depois só foi conseqüência e já era esperado.

Diante dos olhos do 'pai', aquele que a projetou, era sim uma família. Mas haveria o pai se aproximado o suficiente da filha para ver o quanto aqueles que realmente tornaram aquele sonho concreto sofriam? Sofriam?






quarta-feira, 21 de abril de 2010

Sentada em frente à tela do meu computador, sinto uma enorme vontade de escrever. Meus dedos estão excitados, buscando diversão: dançar pelo teclado. Mas quando finalmente abro uma janela destinada somente a isso, nada aparece na minha cabeça. Me vejo agora, com os dedos levemente pousados sobre o teclado, esperando que pelo menos um de todas aqueles pensamentos que tanto me assombraram durante o dia todo venha à tona. Mas parece que eles se escondem, por medo ou por vergonha ou por outro motivo que eu desconheça.

Há tanto o que eu gostaria de dizer. Mas acho que ainda não encontrei as palavras certas para fazê-lo.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Gente, até em meu Blog eu sou desorganizada!!! Mesmo com todas essas ferramentas para organizar, eu consigo deixar tudo uma zona.

Para quem acha que desorganização é uma característica, não um defeito. Se engana. Passa a ser um defeito quando te prejudica. Que é o meu caso. Preciso urgentemente consertar isso! Se pensa que não te atrapalha, atrapalha sim e...muito!!!

Para todas as cabeças confusas que estão lendo este post agora: estou organizando o Blog, não se preocupem! Trouxe alguns textos (uns doze talvez) de um outro blog que eu tinha, mas preferi trazer tudo para cá. Afinal, mal consigo cuidar de um , que dirá de dois blogs! Não é verdade?

Que a terra há de comer,
Mas não coma já.
Ainda se mova,
para o ofício e a posse.

E veja alguns sítios
antigos, outros inéditos.

Sinta frio, calor, cansaço:
para um momento; continue.

Descubra em seu movimento
forças não sabidas, contatos.

O prazer de estender-se; o de
enrolar-se, ficar inerte.

Prazer de balanço, prazer de vôo.

Prazer de ouvir música;
sobre o papel deixar que a mão deslize.

Irredutível prazer dos olhos;
certas cores: como se desfazem, como aderem;
certos objetos, diferentes a uma luz nova.
Que ainda sinta cheiro de fruta,
de terra na chuva, que pegue,
que imagine e grave, que lembre.

O tempo de conhecer mais algumas pessoas,
de aprender como vivem, de ajudá-las.

De ver passar este conto: o vento
balançando a folha; a sombra
da árvore, parada um instate
alongando-se com o sol, e desfazendo-se
numa sombra maior, de estrada sem trânsito.

E de olhar esta folha, se cai.
Na queda retê-la. Tão seca, tão morna.

Tem na certa um cheiro, particular entre mil.
Um desenho, que se produzirá ao infinito,
e cada folha é uma diferente.

E cada instante é diferente, e cada
homem é diferente, e somos todos iguais.

No mesmo ventre o escuro inicial, na mesma terra
o silêncio global, mas não seja logo.

Antes dele outros silêncios penetrem,
outras solidões derrubem ou acalentem
meu peito; ficar parado em frente desta estátua: é um
torso de mil anos, recebe minha visita, prolonga
para trás meu sopro, igual a mim
na calma, não importa o mármore, completa-me.

O tempo de saber que alguns erros caíram, e a raiz
da vida ficou mais forte, e os naufrágios
não cortaram essa ligação subterrânea entre homens e coisas;
que os objetos continuam, e a trepidação incessante
não desfigurou o rosto dos homens;
que somos todos irmãos, insisto.

Em minha falta de recursos para dominar o fim,
entrentanto me sinta grande, tamanho de criança, tamanho de torre
tamanho da hora, que se vai acumulando século após século e causa vertigem,
tamanho de qualquer João, pois somos todos irmãos.

E a tristeza de deixar os irmãos me faça desejar
partida menos imediata. Ah, podeis rir também,
não da dissolução, mas do fato de alguém resistir-lhe,
de outros virem depois, de todos sermos irmãos,
no ódio, no amor, na incompreensão e no sublime
cotidiano, tudo, mas tudo é nosso irmão.

O tempo de despedir-me e contar
que não espero outra luz além da que nos envolveu
dia após dia, noite em seguida a noite, fraco pavio,
pequena amplo fulgurante, facho lanterna, faísca,
estrelas reunidas, fogo na mata, sol no mar,
mas que essa luz basta, a vida é bastante, que o tempo
é boa medida, irmãos, vivamos o tempo.

A doença não me intimide, que ela não possa
chegar até aquele ponto do homem onde tudo se explica.

Uma parte de mim sofre, outra pede amor,
outra viaja, outra discute, uma última trabalha,
sou todas as comunicações, como posso ser triste?

A tristeza não me liquide, mas venha também
na noite de chuva, na estrada lamacenta, no bar fechando-se,
que lute lealmente com sua presa,
e reconheça o dia entrando em explosões de confiança, esquecimento, amor,
ao fim da batalha perdida.
Este tempo, e não outro, sature a sala, banhe os livros,
nos bolsos, nos pratos se insinue: com sórdido ou potente clarão.
E todo o mel dos domingos se tire;
o diamante dos sábados, a rosa
de terça, a luz de quinta, a mágica
de horas matinais, que nós mesmos elegemos
para nossa pessoal despesa, essa parte secreta
de cada um de nós, no tempo.

E que a hora esperada não seja vil, manchada de medo,
submissão ou cálculo. Bem sei, um elemento de dor
rói sua base. Será rígida, sinistra, deserta,
mas não a quero negando as outras horas nem as palavras
ditas antes com voz firme, os pensamentos
maduramente pensados, os atos
que atrás de si deixaram situações.

Que o riso sem boca não a aterrorize
e a sombra da cama calcária não a encha de súplicas,
dedos torcidos, lívido
suor de remorso.

E a matéria se veja acabar: adeus composição
que um dia se chamou Carlos Drummond de Andrade.

Adeus, minha presença, meu olhar e minas veias grossas,
meus sulcos no travesseiro, minha sombra no muro,
sinal meu no rosto, olhos míopes, objetos de uso pessoal, idéia de justiça, revolta e sono, adeus,
adeus, vida aos outros legada.

Carlos Drummond de Andrade

Reconstrução da sede da UNE

Quinta-feira, 22 de outubro de 2010.


Na última quarta-feira, 21 de outubro de 2009, representantes locais da UNE (União Nacional dos Estudantes) compareceram ao C.E.M. Elefante Branco, em Brasília, para levar alguns estudantes para o Poder Legislativo para a aprovação do projeto que aprova a reconstrução da sede da UNE na Praia do Flamengo, no Rio de Janeiro.

A antiga sede foi incendiada e destruída no período militar. E, em reparação aos danos do Estado no passado, o presidente Luís Inácio Lula da Silva demonstra aprovação e apoio à UNE. O projeto foi feito por Oscar Niemeyer e ficou orçamentado em R$ 9 milhões.

Durante a sessão, haviam apenas apenas Deputados presentes, e, dentre eles, o único que se posicionou contrário ao projeto foi o Deputado Aleluia (DEM-BA), que alegava estar entregando o dinheiro nas mãos de 'lobistas', e que esse seria utilizado como um 'mensalão' para os estudantes. Os estudantes se manifestaram na frente de seu gabinete na Câmara , logo após a sessão, o acusando de 'filho da ditadura' e criticando seus termos pejorativos.

E agora, estudantes? Apoiar a UNE seria a posição mais sensata, já que é realmente necessário um local fixo para concentrar e estabilizar o movimento estudantil de notória importância no país? Ou será que é preciso rever o projeto, a administração financeira...Analisar se a UNE se encontra menos insenta de intenções políticas? Em qual lado ficar?

                     Incrível como o tempo voa! Parece que foi há minutos apenas que eu estava acordando (atrasada por sinal) para reiniciar minha rotina. E agora o dia já já termina. Essa aceleração da passagem do tempo nos causa uma angústia terrível!!!...Parece que o dia não rende muito, não é? É triste...porque, por passar tão rápido, nem o notamos passar. E por isso , talvez, haja tanta gente infeliz, que não se realizou e a hora passou. Certamente seria o momento de fazer uma respiração de cada vez e aproveitar cada segundinho da vida fazendo coisas boas...boas no sentido de produtivas e prazerosas....Carpe Diem..


QUARTA-FEIRA, 28 DE OUTUBRO DE 2009

Nascer, crescer e...criar!



SEGUNDA-FEIRA, 9 DE NOVEMBRO DE 2009


"Cheguem até a borda, ele disse.






Eles responderam: Temos medo.




Cheguem até a borda, ele repetiu.

Ele os empurrou… e eles voaram. "
  Guillaume Apollinaire 

A capacidade humana de criar realmente é incrível. É muito simples notar esse fato. Basta buscar conhecer as artes, as ciências, consequentemente a tecnologia, e mesmo observando os vários artifícios com que cada um busca viver. Esse fator nos trouxe uma diversidade incrível de opniões , preferências e produções. E essa nossa capacidade de criar, dizem alguns especialistas, é presente em todos nós. Então... por que ainda há tanta gente buscando a fórmula da criatividade?

A questão é que todos nós temos potencial para criar desde criança. É natural do ser humano, que tem um tele encéfalo altamente desenvolvido. Entretanto, a diferença se dá a partir da forma com que tratamos esse potencial na infância. Quando começamos a desenvolver nossa capacidade de criar, essa não deve ser bloqueada. E é necessário de espaço para isso. Os bloqueios aparecem quando temos nossas produções rejeitadas de alguma forma. E as rejeições são causadas pela incrível resistência que temos ao que é novo, ao que muda. Afinal, tendemos querer manter as coisas do jeito que elas são (Inércia). 

Contudo, devemos vencer a nossa natureza, superá-la. Deixando expandir o nosso processo criativo, inovando e buscando sempre formas alternativas para produzir. Para isso, a percepção e busca por conhecimento é um bom caminho. E, principalmente, trasformar suas ideias em práticas. 

A troca


16 de novembro de 2009


Angelina Jolie interpreta Christine Collins em " A troca".
O drama é baseado em fatos reais acontecidos no final da década de 1920 e narra a história de uma mãe solteira que tem seu filho, Walter, desaparecido. Esta então busca todas as formas de ter seu filho de volta. O caso se torna famoso na cidade e, em meio a essa confusão, a Polícia de Los Angeles, acusada de corrupção e incompetência, decide resolver o caso a qualquer custo e assim ganhar status. Entretanto, ao falharem, trazem um outro garoto que alega ser Walter. Christine não sossegará enquanto não provar que este estranho não é seu filho e recuperar seu filho legítimo.

O filme trata de valores como persistência e esperança. Durante a busca pelo seu filho, Christine vai desmacarendo as várias mazelas de nossa sociedade, já existentes naquela época.  Em somente um problema, consegue mostrar várias desvirtudes humanas e profundos problemas sociais, focalizando na rede de corrupções dos órgãos que supostamente deveriam nos proteger.

Outra denotação trata no filme, é a conquista gradual de espaço da mulher na sociedade. Por exemplo, na cena em que o chefe de Christine a elogia como mulher na posição de surpervisora, ou quando Christine é internada num manicômio, cheio de mulheres que acabaram lá por tentaram inverter a posição de reprimidas e agredidas por homens.No elenco, destaque para John Malkovich no papel de um reverendo da Igreja Presbiteriana que, indignado com a corrupção e incompetência da Polícia de Los Angeles, ajuda a Mrs. Collins a desmascará-la. Implicitamente, também o fato do constraste de um ser feminino, delicado mas forte e "autônomo" junto aos vários homens que ocupam os altos cargos.

Quanto à técnica, há duas características do diretor Clint Eastwood: o jogo de sombrar ,para dar maior expressividade na cena, e a de encobrir ceras partes do corpo, dando destaque à somente uma. O filme desemboca num crime homicídio desumano envolvendo até a psicopatia e a capacidade do ser humano de agir contra o outrem. 

Ficou curiosa ou curioso?
 Veja o trailer:

Ficha Técnica:

A TROCA

THE CHANGELING

EUA/2008

140 minutos

DIREÇÃO : CLINT EASTWOOD

ROTEIRO: J. MICHAEL STRACZYNSKI, baseado em fatos reais;

Admirável mundo novo

Renato Russo
Não adianta você vir tentar me aconselhar

Se eu sigo os seus conselhos, eu vou me ferrar.

Não adianta me dizer que você está com a razão

Você não é da minha idade, é de outra geração.

Não tente entender o que eu faço

Também não me pergunte o que eu acho

Não me diga que eu devo seguir o seu caminho

Se eu tiver que errar quero errar sozinho

Vocês tentaram e continua dando tudo errado

A sua tal experiência é coisa do passado

Você então me diz que tenho que entrar nesse esquema

E tudo isso é só um monte de mentiras

Não trace nenhum plano pra mim

A vida é minha e eu a quero assim!

Fica quieto – foi você quem perdeu

É melhor sair da frente que o futuro é meu

Manual

10 de dezembro de 2009


Falar de mim mesma é um meio de autocompreensão...

Nunca espere muito de mim, prefiro surpreender...
Não sou alguém de convívio diário...
Não pendse que vai sempre aturar minhas esquisitices...
Deixe que tudo seja espontâneo...
Sim! Eu sou uma pisciana nata , lunática , que ri e que chora.
Que apega e desaepega,
que se perde, que erra.
qu nem sempre demonstra corretamente aquilo que se passa em sua cabeça
mostrando Às vezes até o contrário, sem querer
Eu quero mesmo o bem de todos, e tenho prazer em ajudar.
adoro ter certeza de que a pessoa ao meu lado me atribui valor,
Odeio excesso de carinho e odeio ainda mais a falta dele.
Não quero alguém para me levar...sei andar sozinha
Quero alguém para caminhar comigo...
Não hesite em chamar a minha atenção:
mesmo que eu esnobe, mesma que despreza
tenha a certeza de que , no fundo, é o meu jeito de tentar mantê-lo preso a mim...
Mesmo que isso não dê certo sempre
Gosto da simplicidade , mas da vaidade também.
Busco dar um pouco mais de equil`brio à minha vida desequilibrada.
Mas se tudo está certo demais, trato logo de dasarrumar...

Sou indecisa, desorganizada, temperamental...
Faço o possível para viver de acordo com os prórpios princípios...mas fujo deles às vezes...
Busco entender as coisas, os outros e eu mesma.

Sou contraditória, confusa, perdida.
Mas não confuda com hipócrita, falsa.

Há dias que sou ponderada, racional, categórica...
Há outros em que sou intensa, viva, emotiva,...

Detesto dependência, mas não sou desapegada de tudo...


Já errei por falta de precaução,
Mas já errei também por excesso dela...
E doeu mais...

E mais uma coisa: Me olhe com atenção, porque o que vê é apenas uma fração, muito limitada, do todo o universo que sou.

Universo de uma psciana

10 de dezembro de 2009


(Parágrafos aleatórios)

Décimo segundo signo astrológico do zodíaco, situado entre Aquário e Áries e associado à constelação de Pisces.

Entendimento da compaixão e da empatia.

Piscianos são as águas universais das emoções.

Eles choram, riem, sofrem, se alegram pelo que eles sentem, e levam tempo para descobrirem que também são assim pelo que os outros sentem.
Em Peixes temos o simbolismo do amor universal.
Não é à toa, o universo inteiro de Peixes evolui em torno da sensiblidade e das emoções.
São aquelas pessoas que irão trazer para casa os amigos sofridos e, os desconhecidos também.
Se você tiver sorte, Peixes se controlará e apenas trará os animais abandonados que encontrou pelas esquinas da rua.

E, a pureza emocional de Peixes é tamanha, que é difícil lhes dizer não.

Este signo tem um elo de comunicação direto com as manifestações do invisível.

A intuição, a sensitividade, a linguagem musical, a expressão criativa das pinturas, das artes em geral.

Tudo que, através de formas não verbais ilustrem as emoções humanas.
Peixes é o signo que consegue nos apontar o divino em cada um de nós.

E, por pertencerem a um universo pessoal tão solúvel e sem fronteiras, são pessoas adaptáveis, e podem se sentir à vontade em qualquer lugar.


Na realidade, é assim porque carregam seu rico mundo interno para onde vão.
Caminham pela vida, sonhando e devaneando com um mundo melhor.

Amar para Peixes é uma necessidade.
Ele fica confuso quando não encontra um objeto de amor.

Sem amor concreto, ele fica em um estado de sentimentalismo, dado a humores oscilantes, tendendo a dramatizar suas emoções - Peixes fica sem rumo, perdido.
Ao longo de um saudável crescimento, Peixes vai evoluindo na expressão amorosa: primeiro desenvolve o amor no âmbito familiar estruturando a personalidade, depois aprende a proteger e a se doar e finalmente poderá se sentir uma pessoa forte direcionando suas emoções e seu potencial amoroso nos pequenos detalhes do dia a dia.
Peixes é feliz quando pode distibuir seu amor.

São bondosos ,criativos e inteligentes (cof-cof), .Se tem um objetivo, o pisiciano é capaz de perseguí-lo com todas as forças até alcançá-lo. Não costuma guardar mágoas e perdoa com facilidade. Pode sonhar com dor e sofrimento porque tem um espírito muito humanitário, mas o amor não fica de lado. Os sonhos premonitórios também marcam presença, já que a sua mediunidade costuma ser muito acentuada

Último signo do Zodíaco, Peixes também é o último da série dos signos mutáveis, aquele que dispersa e distribui tudo o que todos os signos anteriores construíram e criaram no ciclo de manifestação. Assim como ele se dedica ao entendimento geral de tudo, porque sabe que tudo tem um fim, também sabe que está na fronteira de dois mundos. Um mundo que termina, outro que deve começar dentro em pouco. Nesse limiar, Peixes permanece, sentindo e pressentindo o que ainda virá, e o que já foi, tentando ensinar ao mundo a lição de todos somos partes de um mesmo organismo, que não há separação.




No mar de emoções instáveis como o oceano, governado por Peixes, está este signo que acompanha todos os que estão se despedindo de um ciclo, daí sua relação com os internatos, os que saíram do convívio humano, aspirando uma ordem ainda invisível. Os hospitais, onde muitos passam de um plano para outro, também é o lugar relacionado com peixes, assim como os portos, onde se vê ao longe a possibilidade de um mundo que se desconhece, mas que se pressente.



Peixes representa o conseqüente escapismo, a fuga do mundo, o devaneio e o ar vago, a modéstia e um certo ar de vítima do mundo que às vezes exibe. Com a enorme empatia que sente pelos desfavorecidos, Peixes quer a justiça, mas a divina, pois "seu reino não deste mundo" e ele entra pela porta dos fundos em todas as situações, mas acaba sempre dando seu recado, porque o céu fala por sua boca.



Assim é Peixes, que às vezes é saltimbanco na vida, sem saber muito bem como anda e para onde vai, sempre seguindo com fé sua intuição e sua sensibilidade artística, principalmente musical. Peixes vê com os olhos amplos, fixos no horizonte e pouco lhe interessam os detalhes. "Navegar é preciso" é um lema deste signo, lítico, incompreendido, sentimental ao extremo, capaz das maiores loucuras e das maiores provas de compaixão humana. Almeja o transcendente, como Sagitário ou Escorpião, mas à sua especial maneira – sem fazer alarde, sem querer convencer ninguém, mas com uma força de alma que é conhecido pela sua "reza forte", que cai como uma bênção nas almas aflitas.

De delicada sensibilidade , graciosa e quase etérica, sonhadora e profunda em suas reflexões, parece viver fora da realidade e que não lhe importa o mundo ao seu redor. Porém, pode se suceder que Peixes dê, também, no aspecto físico, um tipo distinto e oposto em sua expressão.




Júpiter e Netuno, ambos regentes ao seu modo, cada um deles aporta do pisciano suas qualidades e defeitos. Júpiter é benevolente, extrovertido, exuberante, justo e alegre. Netuno, oitava superior de Mercúrio, geralmente dá seus aspectos negativos, pois os positivos os recebem uma Alma muito superior; então, vamos achá -Ia muito sensual, fácil às tentações, indolente e pouco dada aos cuidados pessoais. Não se pode generalizar isso: ainda que de modo corrente essas duas tendências se equilibrem, pode só predominar em especial uma delas. A maturidade que pode alcançar é profunda, mas com grande sentido de sacrifício.



Seu lar é sua máxima satisfação; devota de seu marido, tratará de lhe dar todas as suas complacências. Susceptível como o Mar aos movimentos da Lua, pode cair em estados de forte depressão. Em seu lar, assim como em sua própria personalidade, mostrará "um dos dois peixes": ou o ordenado, sério, delicado e limpo, ou o outro, que é totalmente o inverso. Sendo um pouco débil, é necessitada de compreensão; e pode se sublimar com as manifestações da Arte.



Muito idealista no amor, pode de pronto passar grande parte de sua vida buscando a sua companheira, a de seus sonhos, resultando assim um tanto "donjuanesco".



Fortemente sensual, pode se voltar para um exclusivismo egoista; porém, em momentos difíceis, impera sua generosidade, com a qual envolve por completo a seu companheiro. Pode ser duro, mas não injusto; precisa ser aceito para não se sentir abandonado. Como não consegue aguentar a rudeza e o esquecimento, pode se casar mais de uma vez. Tem uma alma de músico, escritor, poeta e de todas facetas estéticas.

São pessoas que precisam: Dançar, e de uma causa nobre pela qual lutar e que faça a vida delas ter um sentido. Procuram intensa e profundamente um significado, e enquanto não encontram um propósito pelo qual lutar andam como que perdidas no mais incompreensível dos infinitos.




Na melhor das hipóteses são: Espirituosas, românticas, serenas e poderosas, caritativas, amorosas, compassivas, emocionalmente profundas e verdadeiras, de mente aberta, comprometidas, sábias, simpáticas, abnegadas, receptivas e tolerantes.



Na pior das hipóteses são: Fantasiosas, tímidas, erráticas, vagas, irracionais, passivas, sem caráter, hipócritas, irresolutas, melancólicas, pessimistas, dadas a vícios, cheias de dedos.



Quando pensam são: Esperançosas, inclinadas a perdoar, amantes da boa vida. Abertas a todas as idéias e influências, finamente sintonizadas com as emoções e guiadas por intuições profundas. Imaginativas, sentem muito e respondem à altura das sensações.

Quando agem são: Gentis, calmas e tolerantes. Se adaptam rapidamente a todo tipo de mudanças, e colocam as outras pessoas, mesmo que não as conheçam, em primeiro lugar. Procuram ser simpáticas, e tornar o ambiente divertido.

No trabalho são: Procuram variar e ser criativas, mesmo que em ambientes rotineiros. São altamente expressivas e se ocupam de estabelecer uma alegre desordem para descontrair o ambiente. Podem interessar-se muito por dinheiro ou não prestar-lhe atenção alguma.

Gostam: Tudo que seja abstrato, misterioso e infinito. Há também os tipos materialistas, que se agarram ao mundo prático com o mesmo misticismo de quem pratica meditação transcendental. Atividades culturais e dança, muita dança. Gostam de tudo relacionado à arte.
Detestam: Ambientes hostis, crueldade, mentira, hipocrisia, limites, lugares em que não se sintam entrosadas, magoar alguém, sentir-se rejeitadas, falta de incentivo, pessoas insinceras, ser tapeadas e ser pressionadas.

Socialmente são: Ouvem muito e aceitam o que ouvem sem críticas ou censuras, assim como também não se chocam com nada, podem compreender e tolerar tudo. Por isso, transformam-se em clássicos ombros amigos em quem todo mundo se apóia.

O Mito do signo de Peixes está ligado ao Deus Netuno mas é representado por dois peixes ligados por um cordão de ouro. Estes dois peixes olham cada um numa direção, daí a ambivalência deste signo. Ninguém é mais volúvel e mutável do que Peixes. Ele se disfarça, muda como um camaleão, e adora fazer teatro e criar personagens. De qualquer maneira ele precisa permanecer no mundo da fantasia pois a realidade é algo incompreensível para ele. Ele não consegue lidar com a matéria.




Também o mito do Cristo é associado ao signo de Peixes. Aliás, a Era de Peixes é a Era em que nos encontramos. Ela será substituída pela Era de Aquário (em 2.460 aproximadamente), e no momento estamos vivendo a superposição das duas Eras. A Era de Peixes é a era dos grandes avatares, como Buda, o Cristo, São João Batista, e outros que vieram trazer para a humanidade a mensagem da Era de Peixes, a Era do Sacrifício, a Era do Amor ao Próximo. Será que a humanidade aprendeu a lição nestes dois mil anos? Não, ainda não....



Aí está porque o signo de Peixes é tão devotado e se sacrifica tanto pelo outro ser. A chave para compreendê-lo é a palavra "Compaixão". Ele possui uma grande compreensão daquele mistério que diz que ‘dentro de cada homem há um Deus’. Ele compreende o significado do princípio hermético "Deus é mente, o Universo é mental". Ele faz parte da Mente Divina. Ele vê em cada ser humano a pequena parcela Divina que ali reside e por esta razão ele perdoa, perdoa sempre.



No seu lado negativo falta-lhe perseverança, disciplina, continuidade e dedicação ao trabalho. Ele não age, espera, e se acha sempre vítima das circunstâncias. Por esta razão permanece passivo e espera que, do Céu, lhe venha uma ajuda providencial.



No amor são: Sensuais, com um coração que se magoa facilmente, mas que também está disposto a se dar por inteiro. Apreciam muito a confiabilidade da pessoa com quem se acompanhem, e fazem com que ela se sinta amada, desejada e tendo importância fundamental.


E etc, etc, etc, etc e etc.

Será que sou assim?

Não é coisa de Nerd!

21 dezembro de 2009


Essa estória ( com 'e' mesmo) de 'nerd' é realmente complicada. É mais um estereótipo para classificar e separar a sociedade. E essa classificação particularmente tem me irritado. Ou você é ignorante ou então é 'nerd'. 'Nerd' é qualquer pessoa que tenha um pingo de interesse por qualquer conhecimento formal, intelectual, assim eles classificam. O problema é que eles atribuem a esse nome várias outras características, e tachando alguém de 'nerd' estará automaticamente atribuindo essas características a ele também. É fácil de perceber. Só de pronunciar a palavra 'nerd' já formamos a imagem de uma pessoa bitolada por estudos, que não faz nada além disso. Os adolescentes são os principais 'estereotipificadores'/ alvos, eles adoram classificar. Qualquer 'papo' que esteja voltado para algo que não seja relacionamentos é papo de 'nerd'. Qualquer conversa que tenha uma análise levemente mais profunda, é tachada (novamente) de filosofia, como se filosofia fosse algo tão superficial assim... E isso vai gerando uma certa repugnância por parte deles de qualquer aprofundamento ou questionamento, por mais importante que seja para esse período da vida. Um exemplo? Simples... Os jovens só são 'legais' quando eles como gente 'legal'. Isso signfica que só é legal quem tem uma conversa abarrotada de gírias, vícios e erros gramaticais. E quando um jovem tenta falar um pouquinho mais correto, já vem aquele velho apelido de 'nerd'. Tudo bem que não é preciso que falemos tão correto assim, todavia devemos tentar ao máximo. Afinal, a gramática existe com uma finalidade, que não é complicar ainda mais nossas vidas, acredite! Pensando nisso, encontrei um blog muito interessante que, de modo cômico, nos chama a atenção para erros comumente cometidos e a maioria nem sabe que está errando. O endereço é aosolhosdaalma.vilabol.uol.com.br/erro.htm . Mas é só navegar um pouco pela Internet que encontrará vários blogs e sites com o mesmo objetivo.