De tantas coisas, pensar em anos, tempo, idade e vida é sempre um ponto de interrogação. De tantas coisas, todos aqueles questionamentos que começamos a fazer aos seis ou sete anos, continuam até hoje... e sem resposta! Acho mesmo que continuarão. Tomara que continuem. Talvez eles tenham tomado forma diferente, mas continuamos a questionar o mundo, questionar a nós mesmos. Freud tentou explicar. Mas não saciou o ímpeto de descobrir o mundo. Mas o legal mesmo é seguir com essas perguntas pertubando nossa mente. Porque elas tornam a vida assim: misteriosa e dinâmica.
No fundo, no fundo, pouca coisa mudou. Ninguém tem dezoito anos da noite para o dia. Vamos construindo minuto a minuto. Assim como os 19, os 20, os 30... O tempo não para! E é por isso que devemos aproveitar cada parte desse tempo para colocar um tijolo em nosso templo de vida. ...Como dizia o Poetinha: "Passem-se dias, horas, meses, anos /Amadureçam as ilusões da vida /Prossiga ela sempre dividida / Entre compensações e desenganos." *
*: Soneto do Aniversário, Vinícius de Moraes. Rio, 1942. "Vinícius de Moraes - Poesia Completa e prosa". Rio de Janeiro:Nova Aguilar. 1998. Pág. 451
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