sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Nada e tudo

Nada tenho
Tudo quero
Tudo, tudo está misturado.
Nada, nada é verdadeiro...

O que foi que pensei quando assim te olhei?
Era tudo? Ou simplismente o nada?
Fomos ao nada e pensamos que era tudo.
Tudo é nada e nada é tudo?

Aonde está a lógica desse sistema?
Aonde está o sentido deste poema?
De onde tirei que lógica e sentido são baseados em tudo e nada?

Talvez se eu abrisse um espaço entre cada letra de NADA
e mudasse a posição, ANDA, teria mais sentido. Teria?
E TUDO? OTDU, DOTU, TODU, UDOT, OTUD...

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